
Vive e trabalha em Porto Belo/SC
Desenhista, pintora e escultora. Estudou desenho e pintura com Reynaldo Manzkep; modelagem com Miguel de Borba. Diversificou técnicas e estilos na terceira dimensão, em objetos, esculturas e totens.
Trajetória:
A partir de 1972, começou a participar ativamente do movimento artístico em Santa Catarina, principalmente em Florianópolis, Blumenau e Joinville, além de outras cidades do país: Londrina, Curitiba, Porto Alegre, São Paulo, Santos, tanto em coletivas com em individuais. Realizou estas últimas em Blumenau, Joinville, Santos e Florianópolis. Recebeu Prêmio de Aquisição no Panorama da Arte Catarinense, Pan/Arte/79, Camboriú. Profundamente amorosa da natureza Suely procura nas matas devastadas nos arredores de Porto Belo, trono , Barracos e cipós que possam da expressão à sua imaginação febril.
Suely vive no Balneário de Porto Belo, a 65 Km de Florianópolis, em companhia constante do mar e do horizonte. Casou, teve dois filhos, descasou. Além da pintura, executa o que chama de arte-objeto ou arte-nativa, com restos do mar e da terra. São máscaras e estandartes.
Começou a expor em 1972, em coletivas de Florianópolis e Blumenau. Em 1974 expôs pintura, individualmente, na Galeria Açu Açu, Blumenau. A partir de então tem participado ativamente de muitas manifestações e salões em Santa Catarina, Paraná, Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro, contando ainda com mais de uma dezena de individuais, entre as quais uma em Santos e outra, a convite, no Museu Guido Viaro, Curitiba, 1985. Com máscaras e estandartes executou notáveis efeitos visuais para as peças “Zumbi dos Palmares”, no Teatro Álvaro de Carvalho (Florianópolis, 1982) e “No Vale das Borboletas”, no Teatro Guaíra (Curitiba, 1984).
Recebeu Prêmio de Escultura no panorama Catarinense de Arte (Pan’Arte), Balneário Camboriú, SC (1979). No mesmo ano é premiada em pintura no 36º Salão Paranaense, Curitiba e, em 1981, novamente sua pintura é reconhecida tanto no Pan’Arte desse ano com no Festival de Inverno de Itajaí, SC> Em 1982 representa Santa Catarina no I Festival Mulheres das Artes, em São Paulo, escolhido por uma comissão de críticos de arte e é premiada no concurso Interpretação da I Missa no Brasil, realizado pelo Museu de Arte de Santa Catarina. No Salão “O Universo Ferroviário”, realizado em Tubarão, SC, recebeu o Primeiro Prêmio de Pintura, 1984.
Para Perspectiva Catarinense Suely usou tinta acrílica sobre uma lona de 10 metros para expressar sua preocupação constante com o problema do índio brasileiro, que vem conhece por Ter nascido em Ibirama, onde existe uma reserva indígena.
Artista representada no acervo do Masc.

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